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Por quê migrar para digital?

Em primeiro lugar, os seus clientes já lá estão!! Nós vivemos numa sociedade onde a informação se espalha automaticamente e está sempre acessível em todo o lado e em qualquer dispositivo… os millennials e a geração y, nativos digitais, estão a crescer e a tornar-se no futuro das empresas.

Estas gerações querem obter serviço onde estão… eles não querem andar constantemente em busca da informação. Eles procuram informação de forma ágil, simples e tentam fugir da confusão. Começam a ficar cada vez mais exigentes e as empresas estão a perder a capacidade de acompanhar essas mesmas exigências. Segundo a previsão da Forrester, o index de CX (Customer eXperience – Experiência do Cliente) irá sofrer quebras este ano para algumas das empresas pelo facto de não serem capazes de reagir com rapidez suficiente face ao que as pessoas procuram.

 

A Gartner e a McKinsey prevêem que, em dois anos, mais de 85% de todas as interações entre as empresas e os seus clientes será tratada sem intervenção humana. Os assistentes virtuais vão assumir a liderança na resposta à maior parte das solicitações e apenas aquelas que exigem negociação serão efetivamente tratadas por humanos. Mesmo estas solicitações mais complexas, tratadas por humanos, serão suportadas por assistentes virtuais na obtenção da informação necessária.

Assim, o consumidor começa a colocar pressão nas marcas para comunicarem de forma clara, simples e ágil através do poder subtil da conversação em formato digital.

As nossas soluções e a nossa tecnologia tornaram possível maximizar as receitas, a economia e a experiência do cliente de uma só vez. Mas, para maximizar a vantagem competitiva, as empresas devem ser rápidas. A GBI tem o conhecimento necessário para fazer isso com você e garantir a transformação digital de que a sua empresa precisa.

Vamos agendar uma demonstração e conversar sobre as nossas soluções? Não se irá decepcionar.

IoT

O impacto do IoT, a Internet das Coisas, para as empresas.

A Internet das Coisas (IoT) é realidade e esta tendência tecnológica avança a uma velocidade e dinâmica incríveis, fazendo com que pesquisadores, empresas e governos corram para entender e se adequar aos impactos e suas implicações. Na prática, a conexão entre objetos, redes e pessoas traz inúmeras possibilidades revolucionando o mundo como conhecemos. Já é possível perceber impactos na cadeia produtiva como racionalização da produção, na área da saúde como o monitoramento remoto de pacientes ou no transporte com sistemas integrados e inteligentes oferecendo mais qualidade e segurança. Uma infinidade de aplicações e interconexões está gerando valor em toda a cadeia produtiva, até o usuário final.

Qual o impacto do IoT e como as empresas podem se adequar?

Em um mundo hiperconectado e digitalizado, onde as relações e interações se tornam cada vez mais on line a digitais, o foco se dá no Ambiente que torna todo esse movimento e conexões possíveis, a Terceira Plataforma.

A nova onda computacional abre um leque infinito de possibilidades para as empresas com as aplicações móveis, como conhecer e estreitar o relacionamento com clientes oferecendo experiências personalizadas ou processar e transformar grandes volumes de dados em informações relevantes para os negócios, proporcionando produtos e serviços que realmente tragam vantagens competitivas para as companhias. A Terceira Plataforma é um ambiente moderno onde as novas tecnologias (Cloud Computing, Big Data, Social Media e Mobile) se conectam e proporcionam rapidez, mobilidade e inovação.

A Transformação Digital das empresas é justamente a entrada nesta nova onda. As empresas estão adequando e adotando novas tecnologias, revisando processos e automatizando as operações, para se tornar mais eficiente, reduzindo custos e usando a inovação para ganhar posição no mercado. Na prática a revolução já está acontecendo a passos largos, mesmo no Brasil. Um relatório do McKinsey Global Institute  de 2015 estima que em 2025 a IoT deva gerar receitas entre U$ 3,9 trilhões e US$ 11,1 trilhões, contribuindo com até 11% do PIB global.

Proporcionando a entrada nesta realidade tecnológica.

As desenvolvedoras de sistemas focados na nova plataforma têm um papel fundamental de garantir a integridade de dados e a entrada de seus clientes na era IoT. A utilização de plataforma aberta favorece a integração de qualquer dispositivo ou a partir de qualquer dispositivo. Eis o grande desafio: desenvolver tecnologia de ponta em sistemas para cliente através de plataformas abertas 3.0 que integram os legados sistêmicos às novas camadas de aplicações móveis e à Internet das Coisas (IoT).

A previsão do IDC é de que o ecossistema de IoT no Brasil dobre de tamanho até o final da década, superando US$ 13 bilhões. O avanço do IoT estará conectado com o uso de Analytics, fundamental para transformar dados em valor para os negócios, e com computação em nuvem, que será a plataforma para processamento desses dados – até 2019, cerca de 43% dos dados de IoT serão tratados na nuvem. Já o mercado de Business Analytics Software crescerá 4,8% em 2017, movimentando US$ 848 milhões no Brasil. Em busca de decisões mais rápidas e assertivas, as organizações vão investir em capacidades analíticas para trazer cada vez mais inteligência e insight a cada processo em seus negócios. O reconhecimento da importância de informações não estruturadas, especialmente daquelas vindas de redes sociais e de interações diretas com clientes, vai dar força às iniciativas de Big Data.

Portanto, a empresa que já entrou no processo de adequação à nova realidade tecnológica e iniciou sua Transformação Digital, está um passo à frente de sua concorrência.

Todas as análises e informações estatísticas deste artigo são públicas, estando cada uma disponível no site de origem mencionados McKinsey Global Institute e IDC.